
Assim como
Para não estragar as surpresas, o que dá para saber da história é que Laura, junto com o marido, mudou-se para um casarão onde antigamente funcionava um orfanato - lugar este em que ela passou parte de sua infância, até ser adotada. Na nova casa, o filho do casal faz amigos imaginários, que estranhamente possuem os mesmos nomes dos amigos de Laura da época em que ela era criança e viveu na mansão.
Começa aí esse longa-metragem poderoso, no qual J.A Bayona estréia na direção com uma estrutura narrativa rara. O filme é um suspense à moda antiga, cujo ritmo lento ajuda a envolver o espectador e o deixa cada vez mais angustiado com o enredo.
Parecidíssimo com Os Outros tanto na forma em que é conduzido como também no roteiro centrado em uma figura feminina, a produção certamente vai agradar os fãs de mistério. O Orfanto é um conto macabro de trama inteligente e fascinante. Tomara que ele revitalize o gênero através da valorização das boas histórias de terror, sem apelar para mutilações e sustos fáceis.
Nota: 8,4
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