Banquete do Amor


Esquecido entre os grandes lançamentos do cinema, Banquete do Amor passou batido entre o público brasileiro. A falta de barulho em torno da produção é justificada pelo fato de que apesar do elenco conhecido, o filme é totalemente dispensável. O moralismo do projeto impede sua receptividade como um drama adulto sobre relacionamentos humanos.

Na colcha de retalhos, temos o amor na terceira idade, o amor adolescente, o amor proibido, o amor homossexual (dessa vez entre mulheres) e aqueles que ainda não encontraram essa plenitude.

O personagem de Morgan Freeman é o símbolo do moralismo, como se fosse a consciência do filme, dando conselhos aos demais personagens e pregando o bom mocismo. A falta de recursos narrativos investe em elementos bobos como uma vidente e questionamentos religiosos.

O único alívio é a presença soberba de Radha Michell. A atriz não aparecia nos cinemas nacionais desde o problemático Terror em Silent Hill e permanece com sua competência e elengância em cena. O restante do filme é composto de situações piegas e cuja sem gracisse fazem os clichês ficarem ainda mais evidentes. Diálogos lamentáveis são pronunciados aos montes, como esse aqui: “Deus não nos odeia. Se ele odiasse, não teria feito nossos corações tão valentes!” Por favor né!

Nota: 4,0

1 comentários:

Daniela Agendes disse...

ahhhhh esse ja até tava na minha listinha :) ja ta em dvd sera? eu vou assistir certo, adoro o morgan freeman heheh! depois faço meus comentarios :D

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