
Ken Kwapis dirigiu “Licença para Casar “ e “Quatro Amigas e Um Jeans Viajante”. Bom, por aí já dá para se ter uma ideia do que vamos assistir em “Ele Não Está Tão a Fim de Você”. A trama açucarada não é nenhuma novidade, mas o que surpreende nesta carismática comédia romântica é o seu tema principal: exatamente o que título diz.
A análise é feita em cima de situações em que as pessoas não estão tão a fim das outras – algo muito comum e pouco explorado pela mídia. Mesmo mantendo um relacionamento ou “ficando” continuamente com alguém pode ser que não se esteja gostando tanto ou tão envolvido a ponto de querer namorar ou casar. Observamos durante o filme diversas situações em que um parceiro ama demais o outro e não é correspondido com a mesma intensidade. É uma barbada se identificar com as pequenas tramas do enredo: você já gostou de alguém que não queria nada com você? E se queria, foi um caso excepcional? Você já esteve na situação oposta? Quando alguém está apaixonado por você e você não quer nada com essa pessoa?
Identificações à parte, o filme é baseado no livro de Greg Behrendt/Liz Tuccillo e passeia pelos diversos capítulos do original. Dá para perceber que o livro deve ser de auto-ajuda, porém o filme não chega a tanto. O charme está em trabalhar um tema tão corriqueiro de forma leve e descontraída – óbvio que descontando o fato de apresentar alguns clichês e de ser uma comédia romântica.
Outro ponto inevitável na discussão é o elenco de estrelas, que inclui Drew Barrymore, Scarlett Johansson, Kevin Connoly, Jennifer Aniston, Ben Affleck e Jennifer Connely. O time representa um colírio para os olhos, mas em qualidade de interpretações não acrescentam muito. As pequenas tramas também impedem atuações de destaque.
“Ele Não Está Tão A Fim de Você” é essencialmente feminino, mas isso não impede que o público masculino também encontre graça no projeto. Dando enfoque maior para as versões segundo as mulheres, o filme também se dispõe a mostrar o lado dos homens e por tudo isso, querendo ou não, você acabará se identificando com algum dos casos e, então a simpatia com a produção vai ser imediata.
Nota: 7,6
A análise é feita em cima de situações em que as pessoas não estão tão a fim das outras – algo muito comum e pouco explorado pela mídia. Mesmo mantendo um relacionamento ou “ficando” continuamente com alguém pode ser que não se esteja gostando tanto ou tão envolvido a ponto de querer namorar ou casar. Observamos durante o filme diversas situações em que um parceiro ama demais o outro e não é correspondido com a mesma intensidade. É uma barbada se identificar com as pequenas tramas do enredo: você já gostou de alguém que não queria nada com você? E se queria, foi um caso excepcional? Você já esteve na situação oposta? Quando alguém está apaixonado por você e você não quer nada com essa pessoa?
Identificações à parte, o filme é baseado no livro de Greg Behrendt/Liz Tuccillo e passeia pelos diversos capítulos do original. Dá para perceber que o livro deve ser de auto-ajuda, porém o filme não chega a tanto. O charme está em trabalhar um tema tão corriqueiro de forma leve e descontraída – óbvio que descontando o fato de apresentar alguns clichês e de ser uma comédia romântica.
Outro ponto inevitável na discussão é o elenco de estrelas, que inclui Drew Barrymore, Scarlett Johansson, Kevin Connoly, Jennifer Aniston, Ben Affleck e Jennifer Connely. O time representa um colírio para os olhos, mas em qualidade de interpretações não acrescentam muito. As pequenas tramas também impedem atuações de destaque.
“Ele Não Está Tão A Fim de Você” é essencialmente feminino, mas isso não impede que o público masculino também encontre graça no projeto. Dando enfoque maior para as versões segundo as mulheres, o filme também se dispõe a mostrar o lado dos homens e por tudo isso, querendo ou não, você acabará se identificando com algum dos casos e, então a simpatia com a produção vai ser imediata.
Nota: 7,6
3 comentários:
É uma boa dica de filme para assistir sábado a noite, com uma garrafa de vinho e em ótima companhia.
Gostaria de deixar uma dica: A troca. Na minha humilde opinião, é um filme tenso e com uma excelente interpretação de Jolie.
abçs
Concordo contigo Max. O filme é essencialmente feminino, mas eu mesmo gostei bastante.
E o elenco é sem dúvida maravilhoso.
Vi ontem e achei q poderia ser mais engraçado e com uma historia a menos... talvez assim a drew barrymore ou a johansson aparecessem mais :( mas mesmo assim gostei mt :D
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